Eixo Economia

O peso do imposto.

Quanto o governo federal já arrecadou este ano, segundo a segundo, e quanto do custo do seu emprego fica pelo caminho. Tudo a partir de dados oficiais.

Arrecadação federal em 2026

R$ 2.351.466.000.000

Estimativa ao vivo, a partir do dado oficial até 30/09/2026

Total oficial até 30/09/2026

R$ 99.700por segundo, em média, em 2026
R$ 8,6 bipor dia, em média
R$ 0,00desde que você abriu esta página

Dado oficial: R$ 2,351 trilhões arrecadados de janeiro a setembro, alta real de 6,97%. Só em setembro, R$ 239,4 bilhões (alta real de 5,62%).

Como o contador funciona: ele parte do total oficial e avança no ritmo médio por segundo do próprio ano. É uma estimativa até a Receita divulgar o mês seguinte, quando o número é corrigido. Conta só as receitas federais (tributos e contribuições da União e outras receitas federais): impostos estaduais e municipais, como ICMS, ISS e IPTU, ficam de fora.

Fonte: Receita Federal, Análise da Arrecadação das Receitas Federais, divulgada em 22/10/2026 · Ministério da Fazenda

Calculadora

Quanto do seu emprego vira imposto?

Digite um salário bruto e veja quanto o emprego custa para a empresa, quanto vai para impostos e contribuições obrigatórias e quanto chega ao trabalhador. Nada do que você digita sai deste aparelho.

Regime da empresa

No Simples Nacional, a contribuição patronal já vem dentro do DAS da empresa e não aparece na folha. Por isso a conta da folha fica menor.

Digite um salário para ver a conta.

De cada R$ 100 que este emprego custa, R$ 0 vão para impostos e contribuições antes de chegar ao trabalhador.

  • Chega ao trabalhador
  • FGTS, depositado em nome dele
  • Descontado do salário (INSS e IR)
  • Pago pela empresa em tributos e contribuições
Custo mensal para a empresa
Impostos e contribuições
Salário líquido
Ver a conta linha a linha
Salário bruto
INSS do trabalhador
Imposto de Renda
INSS patronal (20%)
Seguro de acidente, RAT (1%)
Terceiros: Sistema S, Incra e salário-educação (5,8%)
FGTS (8%)

Ao compartilhar, vai só a proporção. O salário digitado não sai deste aparelho.

Como calculamos

Regras oficiais, sem chute.

A calculadora usa as tabelas em vigor em 2026 e a lei de cada contribuição. Quando a alíquota varia conforme a empresa, usamos a regra geral ou a alíquota básica, e dizemos qual.

  • INSS do trabalhadorTabela progressiva de 7,5% a 14%, com teto de R$ 8.475,55. INSS, Portaria Interministerial MPS/MF nº 13/2026.
  • Imposto de RendaTabela mensal de 2026 com a redução da Lei nº 15.270/2025: zera o imposto para quem ganha até R$ 5 mil e diminui até R$ 7.350. Usa o desconto simplificado de R$ 607,20 quando ele for melhor. Receita Federal.
  • Encargos da empresaINSS patronal de 20%, a regra geral, e seguro de acidente (RAT) de 1% a 3% conforme o risco da atividade, ajustado pelo FAP (Lei nº 8.212/1991, art. 22). A calculadora usa a alíquota básica de 1%. Contribuições a terceiros (salário-educação, Incra e Sistema S) de 5,8%, a alíquota de comércio e indústria (IN RFB nº 2.110/2022, com as alterações da IN RFB nº 2.321/2026). Algumas atividades têm alíquotas diferentes.
  • FGTS8% do salário, depositados em conta no nome do trabalhador (Lei nº 8.036/1990). Por isso não entra como imposto.
  • Simples NacionalNos anexos I, II, III e V, a contribuição patronal é paga dentro do DAS, junto com os outros tributos da empresa (LC nº 123/2006). Empresas do anexo IV pagam o INSS patronal à parte.
  • O que fica de fora13º salário, férias e os impostos embutidos no que o trabalhador compra com o salário. Com eles, o valor pago em impostos no ano seria ainda maior.

Quem paga a conta precisa ter voz.

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